Blog informativo sobre medicamentos para emagrecer que existem hoje e que já existiram mas que foram retirados do mercado.

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Segunda-feira, 11 de Abril de 2011

Medicamentos para Emagrecer: Quais São? E Resultam?

Olá boa tarde.

 

Hoje eu quero falar-vos sobre os medicamentos para emagrecer que têm "invadido" as vidas de muitos de nós portugueses nos últimos anos.

 

A necessidade de muitas pessoas quererem emagrecer tem aumentado significativamente nos últimos anos. As razões, essas podem ser muitas: porque os seus ídolos conseguiram emagrecer seguindo dietas ou regimes de emagrecimento que resultaram para eles, porque têm problemas de saúde que têm a ver com a obesidade, porque querem ter um corpo melhor a tempo das férias de Verão, etc, etc.

 

O que a maior parte das pessoas faz é seguir as dietas de emagrecimento rápido, onde se consome unicamente um certo tipo de alimentos ou uma certa quantidade. O problema com estas dietas é que, embora possa perder peso rapidamente, só lhe trará prejudícios a médio e longo prazo.

 

As cirurgias de emagrecimento também são usadas, mas apenas para aquelas pessoas que sejam consideradas obesas mórbidas, que tenham graves problemas de saúde devido ao seu enorme peso. Neste caso, as cirurgias podem ser favoravelmente consideradas por médicos.

 

Os medicamentos para emagrecer têm, no entanto, recebido maior favoritismo junto de muitas das pessoas que querem emagrecer com eficácia. Entre os medicamentos para emagrecer, eu quero virar a atenção para o Reductil e o Xenical.

 

O medicamento para emagrecer Reductil já não se encontra disponível em nenhum lado no mundo, seja nas farmácias, seja na internet. Isto porque as autoridades médicas europeias e mundiais viram que o Reductil criava certos efeitos secundários algo suicidas ou que causavam bastante mal a algumas pessoas e, pelo sim pelo não, decidiram retirar o Reductil do mercado, antes que mais pessoas sofressem do mesmo efeito.

 

Reductil era bastante popular porque era um medicamento para emagrecer que funcionava no cérebro, fazendo com que a pessoa não tivesse muita fome, logo, a pessoa comeria menos; comendo menos, a pessoa emagreceria.

 

Com o medicamento para emagrecer Reductil, a pessoa não necessitaria realmente de fazer qualquer tipo de dieta ou mesmo fazer exercício físico regular; o medicamento faria o cérebro pensar que o estômago já estava cheio, não podendo comer mais.

 

O outro medicamento para emagrecer, Xenical, ainda está disponível no mercado. O Xenical não é semelhante ao Reductil. Para que a pessoa possa tomar Xenical, o seu IMC (Índice de Massa Corporal) tem de ser no mínimo 27.1; abaixo deste valor, a pesoa não poderá tomar o medicamento para emagrecer Xenical.

 

Xenical tem como o seu principal ingrediente Orlistat. Xenical não funciona no cérebro, mas sim no estômago e intestinos. Após uma refeição, Xenical pode processar e eliminar cerca de 30% das gorduras consumidas, as quais são eliminadas através dos intestinos.

 

Como tal, Xenical por si só não funciona, mas sim se tiver uma boa dieta alimentar e se fizer exercícios físicos regularmente. Ora, isto é algo a que muitos portugueses torcem o nariz, por assim dizer, porque não querem ter o trabalho de fazer uma dieta equilibrada nem de fazer exercícios físicos, mas sim algo que dê resultados rapidamente e sem muito esforço.

 

Infelizmente, ainda não existem medicamentos para emagrecer que possam ser tomados só uma vez e as pessoas obterem os resultados que desejam, sem que tenham que fazer qualquer dieta ou exercício. Talvez um dia esse dia chegue...

 

Estes medicamentos para emagrecer dão bons resultados em muitas pessoas, mas deve ter-se em conta que cada pessoa é diferente, logo os resultados também podem ser diferentes. A forma como cada organismo de cada pessoa reagir ao tratamento é que vai ditar que resultados é que cada pessoa terá. Algumas pessoas poderão até nem ter qualquer resultado.

 

Os medicamentos para emagrecer não se confinam só ao já extincto Reductil ou ao Xenical. Já existiram outros medicamentos para emagrecer que hoje já não existem, como o Acomplia por exemplo. Acomplia era também um medicamento para emagrecer bastante popular, mas que entretanto também foi retirado do mercado por várias pessoas terem sentido efeitos secundários mais prejudiciais que benéficos.

 

Por certo mais medicamentos para emagrecer irão aparecer nos próximos anos, nas próximas décadas, porque as companhias farmacêuticas sabem que existe uma enorme procura e uma enorme necessidade em reduzir o número de pessoas com excesso de peso ou consideradas obesas.

publicado por I Am One às 15:13
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